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Após greve, Argentina admite rever salários

26/06/2018 | Notícias

O governo argentino foi pressionado ontem pela terceira greve geral desde que Mauricio Macri assumiu o poder.
Diante da mobilização contrária ao acordo com o FMI, aos ajustes de tarifas de serviços públicos e que exige renegociação salariais, o governo reconheceu que os salários ficaram desatualizados e que as negociações terão de ser reabertas.
A afirmação foi feita pelo novo ministro de Produção, Dante Sica, a empresários do setor de indústria e comércio ontem.Segundo Mario Grinman, secretário da Câmara Argentina de Comércio (CAC), Sica disse que os reajustes salariais de 15% feitos no primeiro trimestre terão de ser atualizados frente inflação hoje de 26,3%. O ministro afirmou ainda, disse o empresário ao jornal "La Nación", que os próximos meses serão complicados para a economia argentina e que a retomada da atividade deve ocorrer no quarto trimestre.

Argentina
Ontem a Confederação Geral do Trabalho (CGT), principal central sindical do país, liderou a greve geral de 24 horas contra a política econômica do governo Macri. A greve foi sentida com força na capital argentina. Ônibus, trens e metrô pararam. Organizações sociais protestaram e bloquearam vias de acesso a Buenos Aires.
Companhias aéreas também aderiram à greve. A Aerolíneas Argentinas cancelou voos. As companhias brasileiras Latam, Gol e Azul, que fazem voos em rotas entre Brasil e Argentina, cancelaram todos os voos ligando os dois países.

FONTE: Valor Econômico